Uma história sobre siririca e sexo oral
Era uma vez uma garota chamada Lili. Lili se masturbava todos os dias. Nenhum rapaz jamais a tocara e ela tinha muita curiosidade a respeito do sexo. Nem sabia como era uma relação sexual e nem sabia que o nome do que sentia era orgasmo.
Acreditava ingenuamente que se sozinha era tão bom, acompanhada seria muito melhor.
O tempo foi passando e a garota foi se tornando mulher. Os rapazes já estavam prestando atenção nela. Ansiosa por descobrir os milagres do amor físico, Lili começou a namorar Fefê.
Fefê era o rapaz mais bonito da escola. Adorava exibir o amor de Lili para seus amigos, principalmente porque eles a desejavam.
Quando o casal adolescente resolveu começar a vida sexual, Lili estava muito animada, entretanto não conheceu nenhum orgasmo na ocasião. Fefê sequer tocou seu clitóris ou sua vagina. Colocou apenas a língua levemente, mas não do jeito certo. Somente a pontinha como se o clitóris fosse um picolé gelado e fazia movimentos rápidos parecendo língua de cascavel.
Lili sentiu até um pouco de dor no momento da penetração, mas seu amado disse que era normal e ela deveria agüentar. Ele gozou mas ela não.
As relações sexuais foram acontecendo e nenhum orgasmo para a pobre Lili. Fefê cada vez menos preocupado com ela simplesmente se apoiava sobre seu corpo e a penetrava de uma vez, gozando 30 segundos depois.
Infeliz porém apaixonada, Lili dizia a Fefê que demorava pra gozar, mas ele nunca tomava uma atitude.
Um dia a moça, agora universitária, andava pela faculdade quando viu um rapaz tocando gaita. Ele tocava uma canção do Bob Dylan que Lili adorava.
Os dois jovens começaram a conversar e o desejo foi tomando conta de seus corpos. O músico então, convidou Lili para conhecer seu apartamento, onde tinha outros instrumentos guardados.
Lili aceitou, e embora ainda gostasse de Fefê, permitiu que o músico tocasse seu corpo como fazia com seu violão. Suas mãos habilmente tocavam o clitóris de Lili, que gemia encantada em seus braços.
Os encontros entre os dois se tornaram constantes, nos quais o músico também mergulhava a cabeça entre as pernas de Lili, lhe proporcionando orgasmos intensos.
Depois de um mês Fefê foi dispensado. Com o orgulho ferido, descobriu que havia sido traído várias vezes por sua namorada. Ele acreditava que jamais a perderia, já que era tão bonito.
Moral da história: preocupação com o orgasmo da namorada evita o nascimento de chifres na testa dos rapazes.
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